Arquivo de julho \01\UTC 2009

Finney: Vilão ou Herói?

Talvez nenhuma figura teológica cause mais polêmica do que Charles Finney, que na verdade, representa inclusive um vislumbre da batalha calvinista-arminiana, que é um dos debates históricos mais antigos da teologia.
De um lado temos numerosos calvinistas, onde para eles, Finney era um lobo em pele de ovelha,
alguém que chamam avivalista, mas que contribuiu extremamente para uma filosofia e teologia humanística e antibíblica, sendo que ele mesmo era um herege pelagiano. No outro lado, arminiano, Finney é o herói do segundo grande despertamento que existiu nos Estados Unidos, digno de toda a aceitação, respeito e consideração, para o lado pentecostal principalmente, Finney é um guerreiro, um Immanuel Kant (como foi dito na introdução de sua teologia sistemática editada pela CPAD) evangélico que derruba qualquer gigante.
Dentro deste contexto, procurarei dar meu parecer, à luz da Palavra de Deus e dos fatos, sobre essa curiosa figura chamada Charles Finney.
ARGUMENTOS CONTRAS:
Finney é extremamente criticado pela ala reformada do protestantismo, sendo alvo constante de figuras famosas como Augustus Nicodemus Lopes, John Macarthur Jr, Michael Horton, entre outros. As acusações mais graves contra Finney são:
a)- Dar suporte as teorias de avivamento contemporâneo e da metodologia do Movimento de Crescimento de igrejas, através da prática das campanhas.
b)- Ser pelagiano em sua teologia, ou seja, Finney nega que o ser humano, ao nascer, possua o pecado original.
c)- Negar a doutrina da Justificação pela Fé, crendo que o ser humano possui totalmente capacidade de obedecer a cristo.
d)- Crer que Cristo morreu para dar um exemplo, mas não para nos redimir ( negação da expiação vicária).
São extremamente graves as acusações feitas contra Finney, e muito bem expressas no blog Deus Pro Nobis, de origem totalmente calvinista. Eis alguns trechos do artigo intitulado A Estranha Teologia de Charles Finney:
Finney tem sido conhecido como um grande avivalista do século retrasado e que trouxe uma grande contribuição no segundo grande avivamento americano que foi, em grande parte, influenciado pela teologia arminiana. No site da Casa Publicadora das Assembléias de Deus se lê a seguinte descrição deste pregador: Charles Finney foi o maior evangelista desde os tempos apostólicos. Suas convicções teológicas nasceram no fogo do avivamento e foram formadas por uma consciência moldada pelo estudo do Direito e comprometida com a plena autoridade da Bíblia. Por tudo isso, a Igreja de hoje deve estudar suas posições sobre o governo moral de Deus, a natureza do homem, arrependimento, soberania, atributos do amor, entre outros.
Da mesma forma, no site da Editora Vida, há uma apresentação nos mesmos moldes:
Charles Grandison Finney (1792-1875) foi um dos maiores evangelistas da América do Norte. Até hoje o testemunho de sua vida, pensamentos, lutas, realizações, amor incondicional a Deus e compromisso permanente com o Evangelho de Cristo é fonte poderosa de inspiração e exemplo para os cristãos…
Custa-me crer que os Assembleianos e os editores da Editora Vida recomendariam esta leitura após um aprofundamento na teologia deste avivalista. Prefiro atribuir a publicação destas obras de Finney à ignorância aos postulados teológicos deste pregador. Parece-me que à medida que a teologia reformada vem retomando o seu lugar no Brasil, há uma propagação de um falso ensino do evangelho igualmente.

Creio que tal posição mostra um pouco da visão reformada acerca de nossa compreensão de Finney, independente de estarem certos ou não, verdadeiramente a CPAD credita muito valor a ele, isso é um fato.
O autor do blog baseia-se muito em um artigo de Michael Horton, publicado pela Editora Fiel na revista evangélica Fé Para Hoje. O artigo de Horton é intitulado: O Legado de Charles Finney, tendo sido publicado no ano de 2000.
Eis alguns trechos deste artigo:
Ele[ Finney] é tão popular. Ele foi grandemente responsável pela mudança da ortodoxia reformada, evidente no Grande Avivamento(nos ministérios de Edwards e Whitefield), para o avivalismo arminiano (na realidade, também pelagiano), evidente desde o Segundo Grande Avivamento até ao presente. Para demonstrar a dívida do evangelicalismo moderno para com Finney, temos de inicialmente observar seus desvios teológicos. Com base nestes desvios, ele tornou-se pai de alguns dos grandes desafios contemporâneos dentro das próprias igrejas evangélicas, ou seja, o Movimento Crescente de Igrejas, o Pentecostalismo[nem a gente escapou] e o Avivamento politico”
Todavia, a crítica a Finney não para por aí. Segundo Horton( de forma bastante tendenciosa): “Reagindo contra o calvinismo do Grande Avivamento, os sucessores daquele grande movimento do Espírito afastaram-se do caminho so Senhor e seguiram o dos homens, apartaram-se da pregação de conteúdo objetivo(ou seja, Cristo crucificado) para…levar as pessoas a ‘fazerem uma decisão’.
Charles Finney…ministrou nos rastros do segundo avivamento…ao considerar qualquer assunto a ser ensinado, esta era a pergunta fundamental de Finney:’Isto é bom para converter os pecadores?’
“.

É óbvio que Horton acaba colocando Finney como o pai do pragmatismo evangélico. Horton prossegue mostrando “o que estava errado na teologia de Finney?”, então faz afirmações e busca comprová-las com base na própria teologia sistemática de Finney, que para ele, na verdade não passam de “ensaios a respeito da moralidade”, todavia Horton afirma que “não estamos afirmando que a obra de Finney não possui algumas declarações teológicas significativas.
Respondendo à pergunta: ” O crente que deixa de ser crente sempre comete um pecado?“, Finney disse: ‘Sempre que comente um pecado, o crente deixa de ser santo. Isto é evidente. Sempre que peca, ele precisa ser condenado; tem de incorrer na penalidade da lei de Deus,Se alguém disser que que o preceito da lei ainda vigora, mas que, no caso de crente, a penalidade foi anulada para sempre, eu respondo afirmando que anular a penalidade da lei é cancelar seu preceito, pois, se o preceito não demanda punição, não existe lei e sim apenas uma advertência ou conselho. Por conseguinte, o crente é justificado em proporção à sua obediência...'” depois Horton prossegue dizendo que “Finney acreditava que Deus exige perfeição absoluta, mas, ao invés de levar as pessoas para buscarem perfeita justiça em Cristo, ele conclui que: ‘… a plena obediência no presente é a condição para a justificação. porém, quanto à pergunta: o homem pode ser justificado enquanto o pecado permanece nele?, respondemos: é certo que não, quer seja com base em princípios da lei ou do evangelho, a menos que a lei seja anulada. Ele pode ser perdoado, aceito e justificado, no sentido evangélico, enquanto o pecado, em qualquer grau, permanecer nele? Absolutamente não.’ …agora já podemos ressaltar que ela[ a doutrina da justificação de Finney] está fundamentada sobre a negação do pecado original. Afirmado tanto por católicos quanto evangélicos…ao contrário da doutrina do pecado original, Finney acreditava que os seres humanos são capazes de escolher se desejam ser corruptos por natureza ou redimidos, referindo-se à doutrina do pecado original como um ‘dogma sem lógica e fundamento bíblico'” Horton acusa Finney de ter afirmado que não nascemos com a natureza pecaminosa de Adão, mas simplesmente seguimos seu exemplo, outra acusação grave feita contra Finney é quando se afirma que ele negava a expiação vicária, segundo Horton “Finney acreditava que Cristo morreu por um objetivo e não por um povo”, então busca confirmar sua afirmação baseando-se na Sistematic Teology de Finney: “a Expiação ofereceria às criaturas os mais elevados motivos a serem imitados. O exemplo é a mais poderosa influência moral que pode ser praticada. Se a benevolência manifestada na expiação não subjuga o egoísmo dos pecadores, a situação destes é desesperadora (p. 129)” Caso Horton esteja certo então significa que Finney acreditava na doutrina da expiação como “Influência Moral” proposta por Pedro Abelardo, monge e teólogo da Idade Média( na verdade, ele acabaria indo muito além dela, chegando bem perto da doutrina da expiação proposta por teólogos liberais). Outra acusação gravíssima é quando Horton cita um trecho da teologia sistemática de Finney: ” a regeneração consiste na atitude do próprio pecador mudar a sua intenção, sua preferência e sua escolha definitiva; ou mudar do egoísmo para o amor e a benevolência( p. 224)” e Finney também afirmou: ” A pecaminosidade original, a regeneração física e todos os dogmas resultantes e similares a estes opõe-se ao evangelho e são repulsivos à inteligência humana (p. 236)”.
O caso complica-se muito para Charles Finney, caso essas afirmações serem certas. Outro crítico de Finney é John Macarthur Junior, que em sua obra “Com Vergonha do Evangelho”,publicado pela editora Fiel, traz um apêndice que aborda Finney por uma perspectiva mais histórica, no qual Macarthur faz objeções a conversão de Finney, assim também como o calvinismo da época e afirma que na maior parte dos avivamentos de Finney, muitos esfriaravam novamente, sendo como carvões que, queimados, já não conseguiam mais queimar.
DEFENSORES:
Finney possui, muitos defensores,principalmente do lado Assembleiano, uma prova disso é a publicação de sua teologia sistemática por parte da CPAD. Um grande admirador de Finney era o célebre Orlando Boyer, que chegou a colocá-lo no hall de heróis cristãos no clássico pentecostal Heróis da Fé.
Ao contrário de Macarthur e outros proponentes calvinistas, os pentecostais( e muitos outros arminianos) afirmam que as pregações de Finney foram uma grande benção, sendo que a maioria das pessoas convertidas por seu intermédio continuaram vivas e atuantes na igreja. O que devemos fazer para solucionar este mistério é buscar respostas no próprio Finney, e é claro, o respaldo supremo das Sagradas Escrituras. Como Já falei, procurarei ser o mais bíblico e honesto possível, tentando não tomar partido de ninguém.
ACUSADO E ACUSADORES: OS ARGUMENTOS.
Horton afirma que Finney era um pelagiano na doutrina, juntamente com ele seguem-se grandes homens como o célebre e piedoso Martin Lloyd-Jones. Todavia, não é isso que Finney argumenta em sua teologia sistemática, pelo contrário, ele a refuta: ” Admito e sustento que a regeneração é sempre induzida e efetuada pela agência pessoal do Espírito Santo. A questão colocada diante de nós se relaciona inteiramente ao modo, e não ao fato, da agência divina na regeneração. Que isto fique bem claro,pois tem sido comum aos teólogos da velha escola[ referindo-se, certamente aos calvinistas],logo que se questiona o dogma de uma regeneração física e de uma influência física na regeneração, brandirem e insistirem que se trata de pelagianismo, que é uma negação completa da influência divina e que tal questionamento propõe uma auto-regeneração, independente da influência divina. Sinto vergonha de tais afirmações desses teólogos cristãos e fico aflito por sua falta de imparcialidade. é preciso, porém, declarar, que, de forma distinta, até onde sei, os defensores da teoria agora sob consideração nunca manifestara essa falta de imparcialidade para com os que puseram em questões esta parte de sua teoria relacionada a influência física”(p.368, conforme a obra editada pela CPAD).
Ao ver essa firmação de Finney, fica óbvio que esses acusadores estão errados. Então neste caso, Finney é declarado inocente. Ou será que não? Mais adiante, no capítulo intitulado Capacidade da Graça Finney faz essa surpreendente declaração: ” Que não seja firmado então, que negamos a graça do Evangelho glorioso do Deus bendito e que negamos a realidade e necessidade das influências do Espírito Santo para converter e santificar a alma, e que esta influência é a da graça, pois tudo isto defendemos com muito vigor. Mas sustento-o com base em que os homens são capazes de fazer o seu dever e que a dificuldade não se encontra em uma capacidade própria, mas num egoísmo voluntário, numa má vontade de obedecer o Evangelho bendito”, Custa-me a crer nas palavras de Finney. Se reparamos bem, vemos que Finney não negava a influência da graça no pecador tanto na conversão quanto na santificação, porém cria que “os homens são capazes de fazer o seu dever”, ou seja, Finney acaba caindo no ditado popular ” Deus ajuda aqueles que se ajudam”, em outras palavras, a graça de Deus influência, mas o homem é que deve dar o primeiro passo. Isso nada mais é do que semi-pelagianismo, ou seja, o homem tem a capacidade de desejar a salvação antes do toque da graça. Como pode Finney ter afirmado isso? É simples, Horton está correto ao afirmar que Finney negava a depravação e o pecado original. Para ele, o ser humano se encontra em pecado e necessita do auxilio da graça não por causa de sua natureza pecaminosa, mas sim por que ele voluntariamente se entrega ao pecado. Finney dedica um capítulo inteiro sobre isso em sua teologia. Inclusive dá uma outra interpretação de conhecidos textos bíblicos que afirmam a doutrina do pecado original e da concupiscência do homem. Veja o que ele afirma: ” De novo: ‘ Que é o homem, para que seja puro? e que nasce de mulher, para que fique justo?’ ( Jó 15.14). Essas são as palavras de Elifaz, sendo impróprio citá-las como verdade inspirada”, todavia Finney erra em sua conclusão. Muito daquilo que os três amigos de Jó afirmavam tinha verdade(eles erraram em alguns aspectos importantes, mas uma coisa não exclui a outra), o maior pecado dos amigos de Jó foi afirmarem que ele estava assim por causa de um pecado, e não por terrem feito essas afirmações, mas claro que Deus também os culpou disso(Jó 42.7). Outra afirmação bombástica de Finney: ” De novo: ‘ Éramos por natureza filhos da ira, como os outros também’ (Ef 2.3). Sobre esse texto observo que não pode, sendo coerente com a justiça natural, ser compreendido como afirmação de que somos expostos a ira de Deus por causa de nossa natureza. É um dogma monstruoso e blasfemo afirmar que um Deus Santo está irado com alguma criatura por esta possuir uma natureza que ganhou existência sem seu conhecimento ou anuência. A Bíblia apresenta Deus irado com os homens por seus atos perversos, não pela natureza deles”.
É claro o exercício de eisegese de Finney. Veja que ele não tenta explicar o texto bíblico, e sim afirmar termos como “justiça natural”, “dogma monstruoso e blasfemo” ,etc. Finney não apresenta nenhuma outra explicação sobre este texto,pelo contrário, impõe sua idéia sobre ele. Mais adiante, Finney continua irado com tal doutrina, afirmando que ela ” é uma pedra de tropeço tanto para a igreja como para o mundo, infinitamente desonroso para Deus e igual abominação para o intelecto de Deus e do homem, devendo ser banida de todo o púlpito e de toda a fórmula de doutrina e do mundo”, note que Finney tinha um repúdio por uma doutrina genuinamente bíblica e parece não entender o conceito bíblico sobre a “carne”. Nascemos pecadores, temos uma tendência ao pecado, todavia, essa natureza não se resume só nisso. Deus se ira conosco por termos herdado o pecado original de Adão, a sua desobediência, em outras palavras, nascemos rebeldes, só agimos mal por que essa é a nossa natureza que despreza o testemunho gracioso e a própria Lei da consciência em favor de nossas inclinações naturais. Não se pode culpar a Deus por Ele estar irado conosco,pelo contrário, Ele sempre manifestou seu conhecimento e misericórdia, mas como nascemos sob o pecado de Adão, sempre o rejeitamos. Era necessário o sacrifício de Cristo para nos salvar. As evidências demonstram realmente que Finney negava a expiação vicária, afirmando que se cristo morreu pelos nossos pecados, não morreu por nossos sofrimentos. Ou seja, Cristo deu apenas um exemplo, pois segundo Finney: ” Ele não podia, nem como Deus nem como homem, fazer algo mais do que cumprir suas próprias obrigações[no caso, obediência a lei moral]”. Quanto a doutrina da santificação plena, não é necessário falar muita coisa, apenas ler um de seus capítulos: ” Paulo Plenamente Santificado”, negando assim, textos claros como os de 1 João, que diz: ” Se dissermos que não temos pecado, enganamo-nos a nós mesmos, e não há verdade em nós. Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados, e nos purificar de toda a injustiça. se dissermos que não pecamos, fazemo-lo mentiroso, e a sua palavra não está em nós” ( 1 Jo 1: 8-10)
CONCLUSÃO:
Concordo com a opinião do teólogo arminiano Roger Olson. Para ele, Finney realmente se enquadra nos moldes semipelagianos, e, como Olson afirma: ” seus motivos eram puros, mas sua teologia perniciosa”. Não procede a acusação calvinista de que o primeiro grande avivamento era somente calvinista (algo que está “implícito” nos comentários tecidos por eles) pois um dos maiores avivalistas daquele período era arminiano, no caso em questão, John Wesley. Em nenhum momento semi-pelagianismo e arminianismo são iguais. O arminianismo crê que Deus é que incia a salvação, sendo que o homem é depravado e está em revolta contra Deus, porém, quando Deus chama o homem, também o capacita e o fortalece para que ele receba a graça por meio da Fé, todavia, deve o homem estender a mão (capacitado por Deus) para aceitar o presente. A santificação plena vai muito além de Wesley. A doutrina de Wesley não era bem definida e até hoje gera controvérsias, enquanto que Finney a sistematizou de tal forma que ficou impossível de não entendê-la.
Finney aderiu a prática de campanhas de forma peculiar e influenciou muito o tipo de campanha evangelística que vemos hoje, onde o imediatismo está fortemente presente.
A meu ver, não é boa a atitude da CPAD de continuar vendendo a teologia de Finney, por conter muitos erros teológicos, também não concordo com a exaltação dada para ele por nossa editora confessional, apesar de tê-la no mais alto respeito, admiração e carinho. Creio que o que se deve fazer é incentivar mais teólogos pentecostais clássicos para produzirem uma boa obra teológica. esse é meu parecer no assunto.
Soli Deo Gloria.
Nota: esse artigo se desenvolveu na medida que eu descobria as coisas investigado nos escritos de Finney e seus opositores, sendo que cheguei a essa conclusão após analisar a própria teologia sistemática de Finney, emprestada a mim por um amigo e irmão em Cristo
Referência bibliográficas:
FINNEY, Charles. Teologia Sitemática.2º ed.Rio de Janeiro: CPAD,2001.
MACARTHUR, John. Com Vergonha do Evangelho: quando a igreja se torna como o mundo.2º ed. São Paulo, Fiel, 2004
Olson, Roger. História das Controvérsias na Teologia Cristã. Rio de Janeiro: Vida, 2004.
Revista Fé Para Hoje. São Paulo: Fiel. 2001
Artigo escrito originalmente para o blog geração que Lamba, onde busquei relatar com a maior precisão possível o debate sobre a polêmica figura de Finney no meio evangélico.
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