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O vinho é pecaminoso?

Uma questão até hoje polêmica na igreja é sobre a ingestão de bebidas alcoólicas pelo crente. Seria pecado? Ou uma simples questão de consciência onde o cristão “forte” pode livremente desgustar prazerosamente? Todas essas questões até hoje causam tumultos. No âmbito Batista Fundamentalista e Pentecostal, o cristão é proibido de ingerir bebidas alcoólicas, pois ela o prejudica perante o mundo e pode levar ao pecado explicíto da bebedeira. Por outro lado existe o ramo das igrejas históricas -presbiterianos, batistas tradicionais, anglicanos ,Luteranos, entre outros – é permitido que o crente beba bebidas alcoólicas, porém com moderação e bom senso. A Biblia tem a resposta para essa questão.

A bebida em si não é pecado, tem valor medicinal( 1Tm 5:23) alegra o coração do homem(Sl 104:15), entre outras coisas. Entretanto o excesso pode levar a perda da sobriedade, por isso a Escritura explicitamente diz para não nos embriagarmos(Pv 20:1), e também diz que o não podemos dar escândalo aos irmãos mais fracos na fé(Rm 14:21), por isso, devemos analisar a seguinte questão: onde bebemos, com quem bebemos e como bebemos. Ainda que bebamos sabiamente, não convém estarmos sentados em uma mesa de bar, onde há pecado e incredulidade, além de correr o risco de ser visto por um irmão fraco na fé e levá-lo a tropeçar.

Outro fator importante é com quem bebemos. O mundo previsa ver que somos luz do mundo, por isso creio que não ajudará muito sentar junto com um incrédulo para beber qualquer tipo de bebida, além de corrermos um risco desnecessário de nos desviarmos do caminho do Senhor sendo levados para uma possível bebedeira. Já debati com muitos jovens de uma determinada igreja confessional sobre isso, e infelizmente notei certa repulsa por parte deles com relação a advertências de coisas que não convém, infelizmente estamos numa época de oito ou oitenta. Que Deus possa nos dar a benção de sermos moderados como a sua Palavra!

Soli Deo Gloria

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Natal: Pagão ou Cristão?

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Não há dúvidas do impacto do natal na sociedade, sempre quando chega o final do ano( e conseqüentemente o natal também), vemos milhares de luzes acesas, juntamente com muitas lojas cantando um Jingle Bell. Todavia, o natal sem sombra de dúvida ainda é motivo de controvérsia. Tanto teológica quanto socialmente. Na parte “social” o que muitas pessoas reduziram esta festa a apenas um gasto de dinheiro.

Porém dentro de um contexto mais cristão, certamente existem implicações teológicas consideráveis a respeito do natal. Será ele uma ordenança bíblica? Ou simplesmente uma festa pagã? É necessário comemorar o natal, ou simplesmente devemos fazer uma festa social em nossa casa? Mas então e a celebração religiosa? Todas essas dúvidas e opiniões divergentes ainda existem hoje.
De um lado há pessoas que classificam o natal como elementos do paganismo da Idade Média, assim também como da tradição Nórdica. Não é necessário o crente celebrar o natal, uma vez que não há ordenança bíblica para isso, sempre vemos a igreja cultuando a Deus no domingo, e não simplesmente em outro dia. Por falar em dia, o dia em que celebramos essa festa nada mais é do que um dia estabelecido baseado no dia de um deus pagão romano. Ainda existe a polêmica sobre a árvore de natal, seria ela um simples emblema pagão e que visava a idolatria? E que dizer do “bom velhinho”? Seria ele o que afirma meu amigo de caminhada Carlos Eduardo, o “satãnoel”? Todas essa afirmações e dúvidas devem ser ponderadas pela sabedoria bíblica, por isso, certas observações devem ser feitas aqui.
1º NÃO DEVEMOS CONSIDERAR O DIA DE NATAL COMO DIA SANTO.
Muitos crentes que há muito estão afastados da casa do Senhor, na maioria das vezes, comparecem a celebrações de natal em nossas igrejas, no geral apenas para ver um parente se apresentar em uma “comédia” ou cantata de natal, porém alguns vão simplesmente porque questão de tradição, por achar bonito, ou pior, por considerá-lo um dia santo. Não existe, além do domingo, um dia santo especificado na igreja. É óbvio que devemos santificar o dia em adoração a Deus, e em certo sentido todo o dia é dia do Senhor, todavia, em nenhum momento me sinto obrigado a ter que celebrar o dia de natal, podendo inclusive celebrar, se eu quisesse, em outra data do que 25 de dezembro.
2º O CRISTÃO NÃO É OBRIGADO A IR PARA A IGREJA NO DIA DE NATAL.Essa segunda consideração está ligada com a primeira, como um natal não é um dia santo, não há necessidade do crente ter a obrigação de ir para a igreja no dia de natal.3º DEVE HAVER LIBERDADE DE CONSCIÊNCIA NESTA QUESTÃO.Muitos crentes que são a favor da celebração do natal condenam outros que preferem não celebrá-lo por questões teológicas. Deve haver respeito de ambos os lados, e nenhuma consciência deve ser forçada a aceitar alguma imposição, se quiser comemorar o natal, comemore, se não quiser, não comemore.Mesmo depois de todas essas precauções ainda existem certas restrições ao natal, será que ainda devemos comemorá-lo?Devemos ter em mente o princípio que esse debate gira em torno da questão da adoração. È comum vermos nas igrejas livres(metodistas, batistas, pentecostais) a visão da adoração como gratidão, e não como obediência(não que a obediência não esteja incluída, o que me refiro é a questão da ênfase, claro que isso está invertido em alguns lugares). Enquanto que nas igrejas de tradição reformada(principalmente calvinistas como presbiterianos e anglicanos da ala baixa), a ênfase está na obediência, e não se deve acrescentar nada que não esteja prescrito nas Escrituras no culto à Deus.
Essas visões vem desde Lutero a Calvino. Lutero cria que nada que estivesse contra as Escrituras poderia ser utilizada no culto a Deus(obviamente com certas restrições), enquanto que Calvino cria que a Escritura era suficiente para a adoração, e todo e qualquer acréscimo era humano, por isso, extremamente perigosos e não confiável, quem estabelece a adoração a Deus é o próprio Deus e não nós. Ou seja, Lutero cria no culto a Deus mais como gratidão, enquanto que Calvino cria que o culto a Deus era obediência.
Dessas duas visões, certamente Calvino é mais bíblico do que Lutero. A Bíblia claramente mostra que a obediência é extremamente aprazível a Deus, além do que, ela nos aconselha a não irmos além do que está escrito e também que Deus é quem estabelece a adoração( 1Co 4:6, Dt 12:38).
Todavia, isso não significa que não tenhamos espaço para oferecer uma adoração de gratidão a Deus, devemos sim agradecer a Deus por seus atos graciosos para conosco, todavia devemos saber como agradecer. Há respaldo bíblico para lembramos o natal e nos alegrarmos? Certamente que há. Como cristãos, devemos lembrar do testemunho da Escritura a respeito de Jesus, e devemos celebrar a morte de Cristo principalmente, pois isso é tanto por mandamento como que por gratidão, enquanto que o natal é simplesmente uma oferta de gratidão a Deus, que pode ser oferecida ou não pelos crentes. Como já falei, se quiser, celebre, se não quiser, não se celebre. Deve-se lembrar também que o nascimento de Jesus foi um momento especial, a ponto da Escritura relatar este fato e ela também relata a alegria dos anjos:
“Ora, havia naquela comarca pastores que estavam no campo, e guardavam, durante as vigílias d enoite, o seu rebanho. E eis que o anjo do Senhor veio sobre eles, e a glória do Senhoros cercou de resplendor, e tiveram grande temor. E o anjo lhes disse: Não temais,porque eis aqui vos trago boas novas de grande alegria, que será para todo o povo: pois na cidade de Davi, vos nasceu hoje o Salvador, que é Cristo, o Senhor. E isto vos será por sinal: achareis o menino envolto em panos, e deitado numa manjedoura. E no mesmo instante, apareceu com o anjo uma multidão de exércitos celestiais, louvando a Deus, e dizendo:
Glória a Deus nas alturas, paz na terra, boa vontade para com os homens”(Lc 2:8-14)

Não devemos esquecer algo maravilhoso como este, lembrando que é extremamente recomendável que a igreja utilize desse dia para pregar e anunciar a Cristo.

Soli Deo Gloria

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Nós Cremos – um ano depois

Era um domingo. Eu mal tinha voltado para a missão com adolescentes depois de uma complicada transferência malsucedida para a Missão Jovem do templo-central da Assembléia de Deus em Belém(a missão jovem possui costumes, modos e visões de mundo bastante diferentes da missão anterior. Eu gostaria de trabalhar para mudar esse quadro, mas não tive chance). Ao adentrar na porta da igreja, notei um cartaz diferente. A desconfiança bateu, o conteúdo era um tanto quanto peculiar. O templo central iria publicar uma revista de escola dominical própria naquele trimestre. Até aí tudo bem, para mim não parecia nada demais. Porém com conversas com várias pessoas, juntamente com a obtenção de informações importantes, juntamente com uma foto tirada do panfletinho semelhante ao cartaz, eu publiquei, no início de outubro de 2007 o post como se segue:

Um Novo Trimestre: igreja-Mãe publica o manual da Fé

Eu particularmente me encontro muito feliz, pois nesse último final de semana, pela graça de Deus voltei a ser professor na EBd da Missão Com adolescentes, pois havia sido retirado do cargo por motivos que ainda não convém relatar, e também voltei a assumir a supervisão do Jornal da Missão, o NTC. Renan Diniz também se encontra feliz, pois assumiu a liderança da WEB da Missão e Nilton Rodolfo está na rádio. Esperamos glorificar a Deus com tanta coisa boa que ele nos tem dado.
Porém, fui surpreendido ao entrar na igreja ontem. Logo me deparei com algo que pode dar muito o que falar e que já gerou certa polêmica em uma das palestras sobre EBD de meu amigo Carlos Eduardo: a não utilização da revista de escola dominial da CPAD neste último trimestre, substituída pelo Manual de Fé, produzido especialmente para a igreja-mãe. Me alegrei quando vi que poderíamos ter uma certa “Confissão de Fé” onde diminuiria as controvérsias doutrinárias existentes no seio de nossa querida AD (cheguei até a comentar sobre isso com o pastor Altair Germano em seu blog). Porém, ao que tudo indica tal atitude foi em decorrência de um problema existente entre a editora CPAD e a Igreja em Belém, segundo me foi relatado por fontes ligadas a liderança.
Os relatos apresentam certas discrepâncias, mas não podem ser menosprezados. Segundo uma fonte, a controvérsia se deu com o pastor-mor da igreja mãe e, não se sabe ao certo, com o comentarista das lições bíblicas deste trimestre(no caso, o pastor Geremias do Couto) ou se foi com o departamento de educação cristã(no caso, o pastor Esdras está envolvido) , talvez seja certo afirmar que a CPAD ou alguém tendo grandes responsabilidades lá dentro gerou tal “peleja”, porém lembrando, isso está somente no campo da hipótese, não houve uma explicação de nenhum dos lados.
Com a outra fonte, foi repassado que na verdade a igreja em Belém não estaria satisfeita com a revista da CPAD, e que de certa forma a revista a estaria prejudicando-a e até mesmo a atacando com críticas(então nesse caso, sera algo bastante indireto, porém com a carapuça servindo).
Neste momento, devemos buscar não a neutralidade(que é impossível, pois levaria ao menosprezo e o próprio afastamento das questões que nos afetam), mas sim ao máximo de imparcialidade possível antes de tirarmos qualquer conclusão. Seria bom que pessoas ligadas à CPAD ou os próprios responsáveis pela confecção da revista pudessem dar um parecer e explicar de maneira esclarecedora sobre este episódio,talvez nem saibam que ele existe. Assim também como as “pessoas do Norte”. Creio que através dessa atitude da igreja-mãe(que praticamente foi imposta e forçada) pode haver certa “separação” e agravar ainda mais as relações assembleianas “Norte-Sudeste” que existe hoje. Tomara que este manual só seja para este trimestre. Mas a questão permanece: E se não for?
Tomara que não seja nada, mas se for? Que Deus nos dê graça e que os problemas sejam resolvidos
Soli Deo Gloria
No dia seguinte, o blog Geração que Lamba havia recebido comentários em tempo recorde: 12 comentários de vários blogueiros como Gutierres Siqueira, Altair Germano e Paulo Silvano. A matéria rapidamente se espalhou de outras formas pela web e foi divulgada, com permissão, no blog do pastor Altair Germano, oque fez com que a notícia se espalhasse cada vez mais. Foi uma semana difícil. quando eu estava na casa da vovó, recebia um telefonema desesperado de minha mãe, preocupada com o post que publiquei. Mal saí da faculdade, recebi outro telefonema desesperado do líder do jornal da Missão na época, A.K.*, falando que o pastor da missão, que aqui vamos chamá-lo mister Z, havia proibido minha volta à batuta do jornal. Depois disso, recebi as mais diversas pressões e tensões sobre a minha permanência ou não na MCAD, ou até mesmo no templo-central. No domingo seguinte(minha postagem foi feita na segunda-feira), o pastor da igreja em Belém(e presidente também) fez o seguinte esclarecimento:
Neste domingo, dia 07 de outubro, o pastor Samuel Câmara esclareceu o porquê da adoção do Manual de Fé para a escola dominical da igreja em Belém.
Segundo o pastor Samuel, o motivo foi devido ao fato do pastor Geremias do Couto “estar criticando, escrevendo coisas sobre a igreja em Belém, sem conhecê-la e estar a chamando de mundana”, devido a este fato, o pastor e sua equipe mandou uma carta ao pastor Geremias, mostrando o motivo do porque de tal atitude. Pastor Samuel fez questão de salientar que não existia nenhuma heresia no conteúdo da revista, e que no próximo trimestre a igreja VOLTARÁ A UTILIZAR A REVISTA DA CPAD, tranqüilizando assim os membros.
Ainda falando sobre este assunto, o pastor também considerou positiva a utilização do manual da fé, pois assim a igreja consegue ver que não está “presa” a uma determinado procedimento ou mídia, pois há opções, e esse manual foi importante pois há muitos cristãos ainda que não conseguem responder às perguntas sobre suas crenças fundamentais.
Creio que isso confirmou as suspeitas e testemunhos dados pelos pastor Geremias do Couto nos blogs Altair Germano e Geração que Lamba, porém a discrepância maior é que o pastor Samuel disse que, em seus escritos, o pastor Geremias acusou a igreja em Belém, enquanto que segundo o pastor Geremias, o que foi escrito restringia-se a atitude tomada pela chapa do pastor Samuel na última convenção.
Cabe ressaltar também, que em alguns semestres passados, a CPAD publicou uma lição falando sobre as doutrinas fundamentais da fé.
A meu ver, essa atitude ainda assim não foi louvável, justamente por ser forçada e imposta nas ações e consciências dos membros, e também baseia-se em questões pessoais e não bíblicas. Nessas horas, é importante lembrar que para Paulo, apesar de problemas envolvendo seus certos pregadores querendo vanglória, o importante é que o Evangelho estava sendo pregado.
Não estou questionando o caráter de nenhum dos dois personagens principais deste fato. Porém creio que questões pessoais não podem atrapalhar o ensino da Palavra.
Que possamos meditar sobre esses assuntos e orar pela nossa igreja.
Soli Deo Gloria
Infelizmente esse artigo, publicado no recentemente extinto blog Comunicólogos e na União de Blogueiros Evangélicos(UBE), não teve a mesma repercussão de seu antecessor. Pelo menos não em outros blogs, mas recebeu uma faixa de 10 comentários(o anterior contou com um total de 27 comentários). Dos blogueiros que se manifestaram, muitos tiveram uma atitude crítica com relação ao ato da igreja em Belém, outros me preveniram a tomar muito cuidado com este assunto, outros tentavam clamar por paz.
Não há dúvida do impacto que este fato causou. Muitos podem questionar por que isso rendeu tanta repercussão. A resposta é simples: A igreja em Belém, quer muitos admitam ou não, é uma referência. Foi em Belém que tudo começou. Outro fator importante: este fato era  apenas a ponta do iceberg de uma cruel briga e disputa política que vem sendo travada há alguns anos na atual AD brasileira. À beira de seu centenário,o cenário político das convenções assembleianas virou um verdadeiro ringue eleitoral e disputa pelo poder, onde pouco saem ilesos nesta batalha. Alguns querem pôr panos quentes, outros, são tão políticos que mal dá para saber o que é fato e o que é ficção. Dentre as várias facções que integram este quadro e defendem com intensa paixão seus comandantes está a igreja em Belém, temida por uns, odiada por muitos e idolatrada por outros. Nessa guerra de trincheiras, quem mais sofre são os membros das congregações com as decisões tomadas à força pelos caciques** do clero. Quando a decisão é tomada, a afirmação é: ” A igreja em Belém tomou a decisão…”, quando a decisão é questionada, a resposta é: ” isso são coisas altas demais para você questionar, isto está além de você, não se meta…”***. Todavia, isto não é somente na igreja em Belém, e isso não significa que toda a igreja em Belém é corrupta e não possui acertos.  De uma boa parcela de pastores que conheço, muitos possuem um coração sincero e uma busca por Deus, além de um verdadeiro testemunho cristão. Infelizmente isso é pouco visto devido à grandes pelejas dos caciques maiores e da paixão infantil que muitos apresentam por eles. Tal caciquismo acaba por ser um flagelo na consciência dos membros, que mal podem expressar sua opinião. Já escutei a afirmação que eu gosto de destruir o meio em que eu vivo, e outros afirmaram que desejo o mal para o  atual presidente da AD Belém. Primeiramente gostaria de dizer que se destruir o meio em que se vive é apontar suas mazelas com o intuito de ver uma possível mudança para melhor, então se pode dizer que sou um “demolidor”, agora se isso significa que eu na verdade, nada mais quero do que ver o circo pegar fogo, justamente por estar compromissado com terceiros, é uma inverdade. É muito fácil criticar quem está de fora da guerra, criticar por pertencer a outra causa ou partido, fácil é ver o cisco no olho dos outros, difícil é tirar a trave do nosso! Creio que antes de atentarmos para os outros, devemos verificar como estamos pensando , vivendo e refletindo sobre estas delicadas questões. Com relação ao presidente, nunca busquei ser seu difamador, ou expor de forma cínica seus equívocos. Pelo contrário, o desejo de meu coração é uma mudança de atitude e procedimento, em alguns aspectos morais importantíssimos, mas  também e principalmente  certas questões doutrinárias ainda mais  importantíssimas em nosso presidente para a saúde de nossa denominação. Não julgo o seu coração, mas sim suas atitudes.  Meu compromisso é( e espero que continue sendo, se Deus quiser, por Sua graça) com a Palavra de Deus, e não com politicagens de homens.No GQL, sempre busquei me pautar palavra de Deus e espero que meus amigos continuem fazendo o mesmo, ali foi o espaço que Deus nos deu para podermos expressar o nosso coração, à luz da orientação de Sua doutrina, a Bíblia sagrada.
Depois de um ano, cada vez mais vejo a soberana mão de Deus na minha vida**** e só tenho a agradecê-lo e glorificá-lo por tudo.
Soli Deo Gloria.
* O Nome não foi divulgado para preservar a pessoa existente.
** O termo foi originalmente cunhado pelo blogueiro Gutierres Siqueira
*** Tais frases não vieram da boca do presidente, e na verdade, o foco aqui  neste trecho são outros obreiros envolvidos, o que não significa que o presidente fuja desse contexto.
****Grácas à Deus não sai do jornal , e hoje também sou professor de EBD.

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